sábado, 5 de dezembro de 2009

Às vezes tenho vontade de escrever, e hoje, é um dia desses.
Talvez seja porque eu esteja mal, aliás, mal não, apenas nostálgica.
È claro, olho para o passado e ás vezes tenho saudades. Tenho saudades da época que eu achava um porre fazer aquelas Ads, de fazer taiko, como era bom, praticamente uma terapia, acredito que eu era mais calma naquela época. Às vezes me pego batucando a perna, ou com canetas na mão tontontondokodoko... Sério, foi uma época muito boa. Aquelas viagens que fizemos? Seja para Assai, Londrina, Maringá, Carlópolis, Bandeirantes, Apucarana, São Paulo, Ponta Grossa, Curitiba, Jaguaraiva, Tibagi, até mesmo Castrolanda, por mais perto que fosse, por mais pequena que a cidade fosse, era muito divertido aquele povo, as piadas, as gargalhadas, os sorrisos e tudo mais. Como era bom aquela época que tinha festa todo dia, churrasco, festa da fruta, pizza, que fosse, era muito bom sentar com vocês em uma mesa e passar horas e horas conversando, sobre mil assuntos. Foi uma época muito boa da minha vida. Era tão bom tocar taiko e ver as pessoas aplaudindo nosso grupo, eu me sentia tão bem. Era tão bom reunir o pessoal do Seinenkai para ajudar nos matsuris, undokai ou seja lá qual fosse o evento.
Sério, que saudades desse tempo, que saudades de voltar andando do colégio para casa, que saudades de fazer mil cursos de tarde e não ter tempo para respirar, que saudades de ir na academia com a Karenzinha, que saudades de tomar café na casa da Elisa, que saudades de fazer piquenique com a May, que saudades de comer pão de queijo com a Maysa, que saudades de ir na casa dos Maedas, que saudades... Hoje só resta a saudades e a lembrança daquele tempo que foi muito bom.
Hoje, sigo um rumo totalmente diferente, aliás, ainda estou sem rumo e espero encontrar algum pelo longo dessa vida, se não vai ser complicado.
Ano novo está ai , e eu espero que aconteça mudanças boas na minha vida =)
Sim, vai acontecer!
Quero um rumo na minha vida.
Quero um rumo no meu coração, tão bagunçado que esta, que não sabe para quem olhar ou para quem permancer.
Quero um rumo em tudo.

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